quinta-feira, 6 de março de 2008
Sabores étnicos
Conferência sobre saúde mental
quarta-feira, 5 de março de 2008
Socializar por aí: 4ª emissão
É já amanhã, às 19h, que vai para o ar a 4ª emissão do programa Socializar por aí, da responsabilidade do nosso curso na Rua Fm, em 102.7 Mhz. Já sabe que a pode ouvir online aqui no blogue, na barra lateral.Workshop de Dança Oriental
O Núcleo do Algarve do IPFP está a organizar um workshop de Dança Oriental com duração de 25 horas, com a professora de dança oriental da UAlg, Clara Moreira.Testemunho
Testemunho de Luís Lopes lido na cerimónia de entrega de certificados e diplomas, realizada no dia 19 de Outubro de 2007:
Sou Luís Alberto Campos Lopes, de 54 anos de idade, residente em Portimão e funcionário da autarquia desta cidade, com a categoria de profissional de motorista de pesados.
Estou aqui, com alguma emoção, mas também algo orgulhoso, (perdoem-me a imodéstia) para prestar o meu testemunho, do que foi para mim o Processo RVCC, que em Fevereiro deste ano concluí no Centro RVCC desta cidade de Lagoa.
Tinha como habilitações, até então, a equivalência ao 6.º ano, equivalência essa adquirida em 1968, num curso agrícola ministrado no antigo Grémio da Lavoura de Odemira, com a duração de quatro anos, em horário nocturno pós laboral.
Em termos de ensino escolar formal, apenas tinha e tenho a 4.ª classe, feita na escola primária da minha terra natal.
Foi, portanto, com grande expectativa que me inscrevi no Centro RVCC de Lagoa, para iniciar o Processo de Reconhecimento, validação e Certificação de Competências por mim adquiridas ao longo da vida.
Algumas dúvidas me afloravam o espírito, pois não sabia bem ao que vinha, e não tinha a confiança de que os saberes adquiridos seriam os necessários e suficientes para um bom desempenho, para além de que os hábitos e as rotinas de estudo há muito estavam esquecidos.
Reconheço hoje que as expectativas criadas não saíram defraudadas, bem pelo contrário, foram reforçadas.
Afinal tenho algumas competências que desconhecia, ou que no mínimo não valorizava devidamente.
Devo, no entanto, também reconhecer que não foi fácil o Processo. Não foi fácil, na medida em que falar de nós, na primeira pessoa, é um exercício que se torna muitas vezes complicado. Tendemos a sobrevalorizar os aspectos que julgamos positivos e a minimizar ou esquecer os negativos.
Fazer o historial do percurso de vida é embrenharmo-nos no nosso arquivo de experiências e emoções vividas, algumas delas há muito tempo esquecidas, e daí retirarmos novas emoções e novas conclusões, como se fosse possível reviver o passado.
Sinto porém, que foi muito gratificante este processo, e que no final saio com a minha auto-estima melhorada e com níveis de auto confiança reforçados.
Melhor preparado para a vida, para uma percepção mais real dos factos sociais que me rodeiam e dos quais faço parte como actor social.
Posso hoje, convictamente dizer, que vale a pena investir algum tempo disponível na valorização da componente formativa/cultural, pois é sempre uma mais valia importante no exercício da cidadania e no mundo laboral.
Consciencializei-me da importância que tem a formação, aos mais variados níveis, para a população em geral, no combate ao analfabetismo ou semi-analfabetismo, na valorização pessoal de cada um de nós, no desenvolvimento económico do país, mas também para a nossa afirmação no contexto europeu.
Terminado o RVCC, senti que novas portas se abriam, a vontade e o desejo de continuar a melhorar as minhas competências académicas.
Incentivado pela família, pelos profissionais do CRVCC de Lagoa, pelos amigos, concorri ao abrigo dos concursos especiais para maiores de 23 anos, à Universidade do Algarve para o curso de Licenciatura em Sociologia, no qual consegui colocação no presente ano lectivo.
É uma nova experiência que agora início, com algumas dificuldades, é certo, que me obriga a reformular alguns hábitos de vida, a gerir melhor o meu dia-a-dia, mas que estou a viver com muita motivação e com enorme vontade de conseguir ter sucesso.
Expandi os meus horizontes de vida, adquiri novas expectativas, espero ter criado novas oportunidades, tanto na vida pessoal como profissional.
Devo especiais agradecimentos às minhas filhas, por este meu sucesso parcial.
À Lena, porque foi com ela que tudo começou.
Foi quem me informou da existência do CRVCC de Lagoa e me incentivou à inscrição no mesmo. Obrigado Lena.
À Sílvia, porque me fez acreditar nas minhas possibilidades e me deu o alento decisivo tanto para o Processo RVCC, como para a entrada na Faculdade.
Sem ela não teria sido capaz. Obrigado, Sílvia.
Espero não as defraudar.
Agradeço também, aos Profissionais do CRVCC de Lagoa, especialmente à Dra. Ana Cordas, pelo seu apoio e disponibilidade durante o Processo RVCC, mas também por me ter feito acreditar que era possível ir mais longe, e que o RVCC para mim poderia ser um princípio de uma experiência académica mais rica, apesar da idade já algo avançada.
Obrigado, Dra. Ana Cordas.
OBRIGADO
terça-feira, 4 de março de 2008
Actividades da Prática II
"Teatro do Oprimido", na cidade de Quarteira:
domingo, 2 de março de 2008
Colóquio
Presença do presidente do Conselho Directivo da ESE
Anfiteatro Paulo Freire, 9h
Organização: Cátia Raposo, Márcio Rodrigues e Sofia Santos
3º ano do curso de Educação Social
Sobre Inglês II
A organização dos grupos no âmbito das turmas do 1º, 2º e 3º anos será comunicada aos alunos no início das aulas, respectivamente, de 2ª feira, 3 de Março e de 4ª feira, 5 de Março.
As professoras
Anabela Nobre e Isabel Orega
sábado, 1 de março de 2008

Santa Casa da Misericórdia de Loulé:
Um envelhecimento activo e saudável
O edifício da Santa Casa da Misericórdia de Loulé situa-se na Rua Teixeira Gomes, freguesia de São Clemente, tendo sido inaugurado em 1995. Possui seis pisos, nos quais funcionam actualmente todos os serviços que presta. Esta instituição possui quatro valências: o Lar, o Centro de Dia, o Serviço de Apoio Domiciliário e o Serviço de Apoio Domiciliário Integrado (acordo que a Santa Casa da Misericórdia de Loulé estabeleceu com o Centro de Saúde local).
Queremos dar a conhecer, aos leitores deste jornal, o tipo de apoio que a Santa Casa da Misericórdia de Loulé presta aos seus utentes e partilhar convosco a experiência que tem sido, para nós, realizar práticas neste local.
Escolhemos a Santa Casa da Misericórdia de Loulé para desenvolver as nossas práticas, por esta ser uma instituição que pretende combater, essencialmente, a solidão, o isolamento e a exclusão da população idosa mais carenciada, prestando-lhe serviço social no concelho de Loulé. Também o nosso interesse em trabalhar com a população idosa contribuiu decisivamente para a nossa decisão.
A Santa Casa da Misericórdia de Loulé actua como facilitadora na integração dos idosos em geral, uma vez que se acentua, cada vez mais, a falta de tempo por parte dos familiares e/ou amigos para com os mesmos, bem como em situações de idosos que não têm quaisquer familiares.
Foi-nos solicitado a realização de um diagnóstico, bem como a construção de um Projecto de Educação Social, para dar resposta às necessidades dos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Loulé. Desta forma, e após a elaboração deste diagnóstico, detectámos algumas problemáticas, nomeadamente a falta de participação e interesse dos utentes relativamente às actividades desenvolvidas pela Santa Casa da Misericórdia de Loulé.
É neste sentido, que a animação se torna o centro das prioridades nestas instituições de acolhimento, pois contribui para a preservação da autonomia dos seus utentes, para a comunicação entre os mesmos e para a sua participação em actividades de animação. Como tal, pretendemos desenvolver actividades sócio-educativas, de forma que os desperte, que os motive e que influencie a sua vontade em participar, sem exercer qualquer tipo de obrigação sobre os mesmos. Pretendemos, também, estabelecer com os utentes um clima de confiança, ajudando-os a superar os seus receios e inseguranças, já que a partir do momento em que o idoso se sente mais à vontade, mais facilidade terá em participar nas actividades propostas por nós.
Até ao momento, foi-nos possível percepcionar a relação próxima que os funcionários mantêm com os utentes da instituição. Como futuras educadoras sociais, julgamos ser importante manter este tipo de relação, uma vez que, para muitos utentes, estes são a sua única família.
Não queremos terminar, sem deixar de referir a forma como todos os elementos da instituição, incluindo os utentes, nos acolheram desde o primeiro momento, tendo este facto contribuído para o bom desenrolar do nosso trabalho.
Pretendemos que a realização deste trabalho, nos ajude a alcançar alguma autonomia, como futuras educadoras sociais, através do trabalho desenvolvido no terreno, partilhando saberes e experiências, tanto da parte dos utentes como do corpo técnico da Santa Casa da Misericórdia de Loulé.
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
A 3ª já cá conta
Pois é, já foi para o ar a 3ª emissão do programa Socializar por aí, uma produção do curso de Educação Social da Universidade do Algarve para a Rua Fm (102.7). Para além da entrevista habitual, a edição contou ainda com os testemunhos de dois licenciados em Educação Comunitária que, de Leiria e de Cabo Verde, nos enviaram pequenos testemunhos dos quais deixamos um apontamento:Olá a todos.
Espero que o início deste ano esteja a correr bem. Eu estou cá por cima, em Leiria, e já estou a trabalhar. Fiquei espantada com a necessidade de técnicos na nossa área aqui por estes lados. [link para ler integral]
A não perder, todas as 5ªs feiras, das 19 às 20h na Rua. Repete aos sábados entre as 13 e as 14h.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
A ouvir o Socializar
É já amanhã, às 19h, que vai para o ar a 3ª emissão do programa Socializar por aí, da responsabilidade do nosso curso na Rua Fm, em 102.7 Mhz. Já sabe que a pode ouvir online aqui no blogue, na barra lateral.terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Reunião de curso
1. Informações; 2. Articulação horizontal e vertical; 3. Plano de actividades.
[A Direcção de Curso de ES]
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Entrevistas- Projecto "Eu e os outros"
3º ano - 14h30
2º ano - 16h00
A equipa formadora
Testemunhos de Educadores
Do país, da cidade de Leiria, a Ângela enviou-nos esta informação interessante. Oiçam:
Espero que o início deste ano esteja a correr bem. Eu estou cá por cima, em Leiria, e já estou a trabalhar. Fiquei espantada com a necessidade de técnicos na nossa área aqui por estes lados. É mesmo muita, só existem quatro educadores sociais e unicamente com o 12º ano.
Trabalho numa Associação de Solidariedade Social que tem uma comunidade terapêutica de toxicodependentes e actividades de tempos livres. Para além disso tem também um projecto de intervenção comunitária num bairro social, habitado maioritariamente por ciganos. Neste momento estou a desempenhar as minhas funções só no bairro. Em breve queremos iniciar um curso de alfabetização.
Cumprimentos da Ângela Simões, educadora comunitária.
*
De Cabo Verde, o nosso antigo aluno Manuelzinho escreve-nos da sua ilha de Santo Antão:
Olá, tudo bem?
Estou a escrever para dar notícias e para dar a conhecer que desde o mês de Novembro passado estou a trabalhar na Câmara Municipal da Ribeira Grande, na ilha de Santo Antão, a minha ilha.
Trabalho ligado ao gabinete do presidente e aos vereadores da cultura, educação e promoção social e da juventude e do desporto.
Agora, no mês de Janeiro, abrimos um centro de juventude na minha vila. O projecto foi criado por mim e eu sou o coordenador do mesmo. Vamos começar a dar algumas formações no centro.
Gostaria de contar sempre com a vossa disponibilidade, para possíveis sugestões, ideias e mesmo projectos, ou então alguma parceria, que seria interessante.
Cumprimentos ao pessoal docente e colegas do curso. Um abraço.
Manuelzinho Leite.
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Projecto "Eu e os outros"
Alunos pré-inscritos: Ana Isabel R. Afonso;Ana Rita Morais;Sandra Cristina Silva;Miguel Quintino;Carla Marques;Célia Paz;Catarina Bernardino;Camila Santos;Leonor Viegas;Aurora Coelho;Lénia Gonçalves;Sílvia Neves;Susana Joaquim;Ana Fernandes;Vanessa Diogo;Cláudia Martins;Jorge Machado;Jana Roose;Cátia Raposo R.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
A 2ª já cá conta
Pois é, já foi para o ar a 2ª emissão do programa Socializar por aí, uma produção do curso de Educação Social da Universidade do Algarve para a Rua Fm (102.7). Para além da entrevista habitual, a edição contou ainda com os testemunhos de duas licenciadas em Educação Comunitária que, do Brasil, nos enviaram um texto do qual deixamos um apontamento:
Alô Galera! Tudo bom?
Pois é, lá chegamos sãs e salvas depois de uma viagem que parecia nunca mais acabar...
Depois de 9 horas no avião, esperou-nos uma hora de um caminho bastante interessante, em direcção a Itacaré. Digamos que aqui a Natureza "é a Rainha", ela prevalece sobre o homem, a todos os níveis: escuridão, ruídos estranhos, árvores a crescer, subidas e descidas, mesmo subidas e descidas e um céu magnífico! [Ler texto integral--->]
Atenção: Inglês II
Aviso aos alunos de Inglês
O teste terá lugar na 2ª feira, 25 de Fevereiro, às 10.00, no anfiteatro 1.3/A5 no complexo Pedagógico, para os alunos do 1º e 2º anos e na 4ª feira, 27 de Fevereiro, às 11.00, no mesmo anfiteatro, para os alunos do 3º ano.
Nesses dias as aulas terão início no horário previsto, sendo o teste feito na segunda parte da aula.
As professoras da disciplina
Anabela Nobre e Isabel Orega
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
A ouvir

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Ainda o passeio na Tôr

Foi com surpresa que assistimos a muitas histórias de infância que muitos dos presentes partilharam com o grupo, à medida que íamos passando por determinados sítios.
O percurso fez-se com muita tranquilidade, dando assim oportunidade às pessoas de conviverem e apreciarem a paisagem e os locais deslumbrantes por onde passámos. Esta foi uma actividade onde todas as faixas etárias tiveram oportunidade de participar, tendo o caminhante mais novo 6 anos e o mais idoso 84.
Esta foi a primeira actividade do Projecto de Educação Social a desenvolver na Associação Social e Cultural da Tôr.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Percurso pedestre na Tôr #3
Curso de Formação:O Idoso institucionalizado
Esta formação destina-se a: cuidadores formais (Auxiliares e ajudantes de Lar e Centro de Dia), familiares cuidadores, técnicos de instituições de apoio à Terceira Idade, alunos das licenciaturas em Psicologia, Sociologia, Acção Social, Enfermagem e outras, todos os que se interessem pela temática. A responsável pela Formação será a Dra. Luísa Gomes, Psicóloga formada em Gerontologia Social e com experiência de trabalho com idoso institucionalizados.
Poderá encontrar mais informações através da Associação Âncora (Telf: 281381978/ Tlm: 964851675 - Dra. Cláudia Cabrita).
domingo, 17 de fevereiro de 2008
Percurso pedestre na Tôr #2
sábado, 16 de fevereiro de 2008
Percurso pedestre na Tôr
Docência
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
O 1º já cá conta
Olha que estranho! Mas claro, a Europa não tem responsabilidade nenhuma nisso, ou tem? O mais pequenino continente do mundo, que é também o mais violento e o que mais pilhagem fez pelo mundo fora, deve continuar a fazer o que faz bem: vir-se embora quando já não pode ganhar mais nada com isso. [ler crónica integral-->]
A próxima edição já está gravada e conta com uma entrevista ao director do curso, professor Joaquim do Arco e testemunhos de antigos alunos do curso de Educação e Intervenção Comunitária. A não perder, todas as 5ªs feiras, das 19 às 20h na Rua. Repete aos sábados entre as 13 e as 14h.
Prática Social #4

CENTRO SOCIAL DA TORRE DE NATAL:
DAR VIDA À VIDA
Decidimos enveredar por esta área, visto termos interesse em trabalhar com a terceira idade. Isso levou-nos a desenvolver o nosso estágio curricular essencialmente junto dos idosos, camada populacional que cada vez mais precisa de apoios a vários níveis. Tal como todos os outros grupos que constituem o tecido social, os idosos devem ser respeitados e valorizados por toda a sociedade em geral.
A valência Centro Social Torre de Natal localiza-se no sítio com o mesmo nome, no concelho de Faro, na freguesia da Conceição de Faro, a cinco kms do meio urbano. Encontra-se bem localizada, possui um bom espaço exterior, podendo-se considerar as suas infra-estruturas como excelentes.
O Centro surge no ano de 1993, por iniciativa do Sr. Provedor da Mesa Administrativa e de um actual voluntário que, em conjunto com um casal amigo, doou o terreno onde este está actualmente edificado.
É de realçar que o Centro Social da Torre de Natal é uma das principais entidades empregadoras da freguesia da Conceição.
Devemos mencionar, como aspectos negativos, a inexistência de um sistema de saneamento básico que impede o crescimento do Centro, assim como de todo o espaço envolvente, e a escassa rede de transportes públicos. Assim, desta forma, tencionamos alertar as entidades competentes para estes problemas ainda por resolver.
O nosso trabalho, numa primeira fase, consistiu na realização do diagnóstico social, para o qual recorremos a diversas técnicas. Começámos pela observação do espaço, recorremos a conversas tanto com os utentes do lar como com os funcionários e com o voluntário; participámos em algumas actividades realizadas, nomeadamente na festa de São Martinho, na festa de Natal e nas actividades promovidas pelo núcleo de animação. Após a realização do mesmo, procedemos à elaboração do projecto social, de forma a atenuar problemáticas detectadas através do nosso diagnóstico.
Relativamente ao projecto, este foi construído tendo por base as necessidades, os problemas e as motivações das pessoas, em particular dos idosos do Centro Social da Torre de Natal.
O projecto intitula-se “Dar Vida à Vida”, o que significa que pretendemos motivar a população a participar activamente na vida social; animar o público-alvo; gerar o convívio e o bem-estar; a interacção e a melhoria da qualidade de vida dos idosos. Tudo isto através de novas experiências, que lhes permitam uma valorização pessoal e social, bem como o aumento da sua auto-estima.
Por outro lado, pensamos que é extremamente importante promover uma relação de proximidade e de amizade entre idosos e crianças. Neste sentido, pretendemos proporcionar actividades para as crianças e para os idosos, procurando-se minimizar problemáticas, tais como a exclusão social. E proporcionar novas formas de entretenimento, para contrariar o isolamento familiar e a solidão. Para além disso tencionamos, também, desenvolver capacidades e potencialidades dos destinatários do projecto, através do convívio, da interacção e da integração no ambiente social.
Esperamos, com o nosso projecto, que a população-alvo venha a participar gradualmente nas actividades dinamizadas.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008
Primeira emissão na Rua Fm
É já amanhã (14 Fevereiro) que irá para o ar a 1ª emissão do Socializar, por aí, o programa do curso de Educação Social na Rua Fm. A emissão conta com uma entrevista ao presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação, professor Jorge Santos, sobre as problemáticas da Escola no contexto do novo regime jurídico do ensino superior; com uma crónica do professor António Fragoso de Almeida sobre as relações União Europeia/África; e com uma agenda de actividades de cariz social, designadamente das práticas do curso; entre vários momentos musicais, da escolha do entrevistado.O programa pode ser ouvido das 19 às 20 horas, na frequência 102.7 Mgh ou neste blogue, na barra lateral (escolher "Ouvir a Rua Fm", e clicar "ouvir online"; aberto o site da Rua é só clicar em "No Ar").
Nos próximos programas serão entrevistados o director do curso, professor Joaquim do Arco, o coordenador das práticas, professor Helder Raimundo e, posteriormente, dirigentes de instituições sociais.
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008
Do Brasil, da Vânia e da Rita
Alô Galera! Tudo bom?
Pois é, lá chegamos sãs e salvas depois de uma viagem que parecia nunca mais acabar...
Depois de 9 horas no avião, esperou-nos uma hora de um caminho bastante interessante, em direcção a Itacaré. Digamos que aqui a Natureza "é a Rainha", ela prevalece sobre o homem, a todos os níveis: escuridão, ruídos estranhos, árvores a crescer, subidas e descidas, mesmo subidas e descidas e um céu magnífico!
Ainda estamos a recuperar do fuso horário, passando dos primeiros momentos como zombies para actualmente já semi-zombies. Também, digamos que há diferenças de horário: acordamos às 5h30 da manhã e deitamo-nos às 21h no máximo...
Apesar disso, já tivemos oportunidade de ver muita coisa linda e de começar a conhecer a região.
Quinta-feira foi o nosso primeiro dia "activo": fomos conhecer a Escola Dendê da Serra e as suas magníficas 180 crianças e adolescentes!
Preparem-se, próximos voluntários e voluntárias!
Tem muita coisa lá, por isso ainda não sabemos bem qual vai ser a nossa função, o que nos deixa um pouco desorientadas...
Amanhã vamos ter reunião com os professores e professoras para definir tudo um pouco melhor...
À tarde fomos assistir a uma peladinha do time das mininas da Escola e aí sentimos o fogo brasileiro em relação ao Futebol. Foi muito legal! Poeira!
O ponto alto do dia foi, sem dúvida, o nosso encontro com Jorge Rasta – "pai" da Casa do Boneco – "um Projecto não projectado", como nos disse, interessantíssimo, de Educação, Arte e Cultura Popular com crianças e jovens de rua!
Ficámos apaixonadas e finalmente sentimos a nossa energia, voltar ao "nós" que conhecemos.
O dia acabou em grande, ao fazermos um contacto para ir visitar a zona mais pobre de Itacaré, onde todo o trabalho com crianças é bem-vindo, numa iniciativa chamada "O Porto de Trás". Quem nos conhece, sabe bem que é isto que nos atrai...
Fomos passar o fim-de-semana a Piracanga, um sítio verdadeiramente paradisíaco – mar, rio, areia, coqueiros, chalés, pessoas, 5 estrelas... tudo de bom... Não, não pensem que nos rendemos aos luxos dos turistas branquelas! Apenas temos a sorte da senhora com quem vivemos ter esta propriedade...
E foi nesse sítio que aconteceu algo magnífico: encontrámos uma garrafa com uma carta!!! Mesmo como nos filmes! Era de um senhor navegador norueguês, que deixou o seu endereço para respondermos – o que fizemos logo, claro! Foi incrível!
Esperamos poder partilhar mais aventuras, mas também queremos ouvir as vossas!
Um grande abraço.
Vânia Serrano e Rita Beckman, educadoras comunitárias.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
sábado, 9 de fevereiro de 2008
Passeio pedestre na Tôr
Emprego em Educação Social
Caros amigos,
Enviamos esta oferta de emprego, cuja resposta por parte dos eventuais interessados se pede que seja urgente, uma vez que o envio de currículos só será aceite até ao próximo dia 10 de Fevereiro.
Assim, a oferta de emprego disponível para uma educadora social tem as seguintes características:
- Disponibilidade imediata;
- Domínio de técnicas de animação para trabalho com várias faixas etárias;
- Estágio Profissional (o educador social deve reunir as condições necessárias para cumprir um estágio profissional);
- Instituição: Centro Social Paroquial da Costa da Caparica (distrito de Lisboa).
Os interessados nesta oferta de emprego (só para educadores sociais) deve enviar o seu currículo até 10 de Fevereiro para csp.costadecaparica@sapo.pt, ao cuidado de Carla Dias. Quaisquer dúvidas podem ser esclarecidas junto desta instituição pelo telefone 212919530.
Um abraço e boa sorte!
CNES
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Que autonomias para as escolas?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008
Crónica #1
África ou para lá caminho
Quanto a África, a minha sensação mantém-se já desde a Cimeira União Europeia –África. Agora a televisão bombardeia-nos com o Chade, a Etiópia e a revolta popular de Maputo, despoletada pelos transportes, que causou já 3 mortos e 40 feridos, números de hoje. Na minha santa ignorância, tento que os comentadores especialistas me ensinem algo, que me expliquem o que está a acontecer, que me enquadrem com o contexto, que me dêem qualquer coisa, uma só explicaçãozita, nem que seja muito pequenina…!
Provavelmente sou obtuso, porque regra geral fico mais ou menos como estava. Noto no entanto o seguinte, que queria partilhar convosco: primeiro, que um apreciável número de análises «africanas» insiste nos tiranos, nos regimes ditatoriais e na corrupção, nessa corrupção que enriquece os tiranos com as somas que nunca chegam às populações. Todo e qualquer remédio, toda e qualquer solução é portanto pouco mais do que uma enorme inutilidade. Segundo, vejo a grande preocupação das grandes potências em ficar neutralmente de fora, quando a questão envolve, como é frequente, uma guerrilha ou uma guerra. As tropas francesas não estão no Chade? Pois sim, estão, asseguram o funcionamento do aeroporto, que é o que tem permitido às forças do governo atacar, pelo ar, as forças rebeldes que – aparece o Presidente Francês a sublinhar – já foram condenadas pelo Conselho de Segurança e pela União Africana. Estão lá, claro, para ajudar a evacuar todos os estrangeiros. Mas a França ficará de fora, continua o presidente, deixando as pessoas do Chade a resolver os seus problemas.
Eu acho que sim… afinal, que faz a Europa em África? Bom, durante alguns séculos, a Europa, com Portugal à frente mas prontamente seguido pelo Reino Unido, França, etc etc., durante alguns séculos, dizia eu, a Europa tornou os Africanos escravos. Primeiro, realmente escravos. Depois, tornou-os colonizados e domesticados, apenas uma variante da situação de escravatura. Durante séculos, a Europa tirou-lhes as línguas tradicionais, o direito à cultura, redesenhou-lhes as fronteiras, acicatou ódios entre as várias populações indígenas para melhor lucrar com isso, ensinou-os a ser submissos e a não discutir ordens, substituiu-os em tudo o que era administração ou gestão da coisa pública, da coisa privada, enfim, da vida. Durante séculos a Europa retirou de África matérias-primas e trabalho a troco de nada; inventou o desenvolvimento para continuar a fazer a mesma coisa com outros nomes. Quando magnanimamente os países Europeus deram a independência aos Africanos, não os ressarciu de séculos e séculos de destruição e de exploração. Não… a Europa veio-se embora, deixando países destruídos à gestão finalmente Africana, ou simplesmente deixando que outros (como os Estados Unidos, a Rússia ou respectivos satélites e aliados estratégicos) lutassem, de facto, pela hegemonia do petro-dólar ou por outra coisa qualquer. Mais de metade dos países Africanos são ditaduras? Olha que grande novidade. Olha que estranho! Mas claro, a Europa não tem responsabilidade nenhuma nisso, ou tem? O mais pequenino continente do mundo, que é também o mais violento e o que mais pilhagem fez pelo mundo fora, deve continuar a fazer o que faz bem: vir-se embora quando já não pode ganhar mais nada com isso.
sábado, 2 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2008
Programa na RUA quase, quase...
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
Prática Social III

Localizada na freguesia de Querença, concelho de Loulé, dispõe de três valências: lar, centro de dia e apoio domiciliário. Esta Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, surge pela necessidade de dar resposta à população local, tendo em conta as suas especificidades, sendo que uma destas é o facto de ter uma população envelhecida.
No ano de
A Associação de Bem-Estar aos Amigos de Querença não tem limite de associados, contando de momento com 282 sócios, podendo estes dividir-se em pessoas singulares ou pessoas colectivas, assim como em sócios honorários (pessoas reconhecidas pela Assembleia Geral por prestação de serviços ou donativos que contribuam para a realização dos fins da Associação), ou sócios efectivos (pessoas que, de modo a colaborar com a Associação, pagam mensalmente uma quota fixada pela Assembleia Geral).
Dentro do quadro anual de actividades da associação, foi-nos possível participar nas comemorações do Natal. Nesta ocasião, existiu a oportunidade de elaborar com os utentes alguns cartões de Natal, com o objectivo de desejar às restantes associações festas felizes. Foi celebrada uma cerimónia religiosa com a presença do pároco da freguesia, seguindo-se um farto almoço, com a distribuição de prendas por parte da associação e também da Junta de Freguesia de Querença. Neste dia, a Associação de Bem-Estar aos Amigos de Querença contou com a presença de algumas figuras ilustres da freguesia, como o presidente da Junta de Freguesia, o presidente da Casa do Povo e restantes membros da direcção da associação. Os utentes receberam também a visita de alguns familiares e amigos, deixando assim a associação embebida de espírito natalício.
Após a realização de um diagnóstico social, foi elaborado um projecto pelas estagiárias, que visa principalmente o desenvolvimento da actividade de animação, ao qual se deu o nome “Projecto de Vida: (Re)Animar!”. Pretende-se, principalmente, dinamizar a associação e o quotidiano dos seus utentes e da comunidade, através da realização de várias actividades e eventos no âmbito da animação. Através de actividades de trabalhos manuais, bailes temáticos, piqueniques e acções de sensibilização, este projecto visa valorizar os saberes e experiências dos idosos, evidenciando a importância do seu papel e das suas histórias de vida na sociedade
Deseja-se que a intervenção planeada contribua, de forma positiva, para a melhoria do quotidiano dos utentes da associação. O despertar de sorrisos e simpatias, em pessoas que contam com vários problemas, será já sentido por nós como uma pequena vitória.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Equipa da Rua Fm
Entretanto, abrimos a participação de actuais e ex-alunos (e outros amigos), numa rubrica que designamos como "Testemunhos". Podem enviar, para o Email acima, textos para serem lidos no programa, com um máximo de 4 minutos de leitura (cerca de 700 palavras): histórias de vida, de trabalho, pequenos episódios do dia a dia, ficções, o que quiserem. A equipa seleccionará um para ser lido, por um convidado, em cada programa. O que esperam para escrever?
Nota: ainda não temos nome para o programa; aceitamos sugestões.
sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
Equipa de rádio
A Direcção de Curso vai realizar uma reunião para constituir uma equipa de trabalho que irá ser responsável pelo programa que iremos emitir na Rua Fm. Todos os interessados em participar neste projecto devem comparecer na 4ª feira, dia 23 de Janeiro, pelas 10h na sala 94 da ESE. Para mais informações ver este post.quinta-feira, 17 de janeiro de 2008
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Coluna de Educação Social [II]

UM OLHAR SOBRE A COMUNIDADE
DE VALE SILVES
Foi-nos solicitada a realização de um diagnóstico, com vista à construção de um Projecto Social que desse resposta às reais necessidades, prioridades e aos interesses de uma dada população.
O local escolhido para a realização do diagnóstico e a aplicação do respectivo projecto social, foi o Centro Social e Comunitário de Vale Silves, em Boliqueime.
Foi esta a instituição que nos despertou atenção, pela boa imagem que tem passado, através das acções de resposta social que tem vindo a desenvolver junto da comunidade, e pelo espírito de entreajuda que abunda neste contexto.
O espaço em si teve um peso considerável na escolha desta instituição: um edifício recente e amplo, com excelentes condições infraestruturais, de trabalho, higiene, com material adequado e adaptado às especificidades e necessidades do público-alvo…enfim, reunia condições propícias para o desenvolvimento do nosso Projecto Social.
Os passos seguintes foram dados no sentido de conhecer os modos de vida, as necessidades e as preocupações, as aspirações e os interesses desta comunidade rural.
No espaço circundante ao centro comunitário, emerge um cenário tranquilo e agradável, mas simultaneamente inquietante pelo contraste que apresenta em relação ao meio urbano. Logo pela manhã, a carrinha do pão, do peixe, da fruta e os cafés proporcionam um ambiente familiar e acolhedor. Aqui surgem as primeiras conversas do dia. Junto à estrada que dá para o Centro Comunitário, os bancos de pedra são os fiéis confidentes das conversas diárias de alguns idosos que aguardam por um espaço dinamizado, onde possam conviver abrigados das soalheiras e também das tardes frias de Inverno. Pelos caminhos afora, flutua um aroma doce e suave a alfarroba.
É um facto que esta comunidade rural vive com inquietações, derivadas dos problemas sociais que enfrenta: um número significativo de famílias a viver em casas degradadas, famílias monoparentais, situações de isolamento social, entre outros. O Centro surge, assim, como uma resposta social vital para estes problemas, desenvolvendo acções de intervenção com vista à reorganização do tecido social, as quais são reconhecidas como valiosas pela população local.
A presidente e os vários técnicos da instituição consideram que têm desenvolvido um bom trabalho. Porém, gostariam de alargar os serviços que têm prestado, pois realmente existe a necessidade de auxiliar as dezenas de utentes em listas de espera. Vestem a camisola, arregaçam diariamente as mangas para socorrer as famílias que têm filhos e, sobretudo, os idosos que muitas vezes ficam entregues a si próprios ou à solidariedade alheia. Tudo isto assenta num visível comprometimento social: estas pessoas trabalham com e para a comunidade, e dando o seu melhor contribuem para a harmonia social deste contexto. O trabalho realizado ultrapassa, pois, as barreiras do simples cumprimento de obrigações ou das tarefas profissionais.
Foi, pois, este espírito que nos estimulou e inspirou para esta, que tem sido a nossa primeira experiência como Educadores Sociais, num contexto onde o grau de envolvimento com o público tem sido crescente: o abraço acolhedor destas gentes, permite-nos sentir uma integração plena no tecido social.
Esta caminhada tem sido marcada por momentos de incerteza, inquietações, é certo, pois sentimos o peso da responsabilidade que advém da finalidade deste trabalho: o trabalhar para a transformação positiva emancipadora destas pessoas, desta realidade. Este é, sem dúvida, um desafio enriquecedor.
De tudo faremos para dar sentido aos pressupostos do curso de Educação Social, para a melhoria da qualidade de vida do público-alvo deste projecto: os idosos da comunidade.
Andreia Monteiro, Francelino Monteiro, Celina Ramos e Lígia Pereira
sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Programa do curso na RUA FM
A direcção do curso de Educação Social acordou, com a direcção da Rádio Universitária do Algarve (Rua Fm), a edição de um programa da área da educação social a transmitir pela antena. A programação será semanal, indo para o ar todas as quintas-feiras das 19 às 20 horas. O programa tem como objectivos, de forma geral, a divulgação do curso de Educação Social e a promoção da actividade profissional do educador social. O programa terá um conjunto de rubricas diversificadas e participadas, cujos conteúdos integram entrevistas, crónicas, histórias, notícias, entre outros.
Para a edição deste programa, que exige esforços acrescidos, é fundamental a constituição de uma equipa de produção de conteúdos que permita um trabalho semanal, de forma a que o programa possa ir para o ar sem quaisquer problemas. Assim, a direcção de curso irá constituir um grupo de trabalho com docentes e alunos, cujas tarefas serão:
A. Escrita de textos e crónicas;
B. Base de dados e contactos com potenciais entrevistados;
C. Constituição de discografia e selecção musical;
D. Organização de dossiês de imprensa para notícias;
E. Constituição de arquivo de histórias de vida em formato electrónico;
F. Entre outras.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Coluna de Educação Social
ASCT, UMA ASSOCIAÇÃO DE PENDOR COMUNITÁRIO
Trata-se de uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) que dispõe das valências de Centro Comunitário, Serviço de Apoio Domiciliário e Lar. O Centro Comunitário dispõe de diversos serviços à população, tais como: bar, refeitório comunitário e lavandaria comunitária; sala de convívio para idosos com diversas actividades, alimentação e higiene pessoal; e espaço de apoio à 1ª infância e actividades de fim de tarde para as crianças. Actualmente, devido às obras de ampliação e melhoramentos na Escola Primária da Tôr, a escola funciona numa das salas da instituição.
Na associação existe um espaço de ginásio, onde funciona, duas vezes por semana, a actividade dos Seniores em Movimento, aberta a toda a comunidade.
No âmbito das comemorações do seu 17º aniversário, no dia 25 de Novembro, a associação levou a cabo um dia repleto de actividades, para os mais variados interesses. Na organização destas actividades a associação contou com a colaboração dos Gost Boys Club (grupo de jovens da Tôr) e Junta de Freguesia da Tôr.
A manhã teve início com um passeio pedestre com cerca de 10 kms, um passeio de BTT guiado, com três níveis, onde no percurso mais pequeno participaram as crianças, guiadas pelo atleta da terra, Prof. Carlos Cabrita, decorrendo ainda em simultâneo diversos jogos para os mais pequenos no Campo Desportivo Torense. De seguida houve um almoço comunitário na sala de refeições da instituição, seguido de uma tarde cultural, onde os participantes puderam assistir à actuação dos grupos “As Moças Nagragadas” e “Grupo de Santa Maria”, sendo as actuações no Salão Paroquial da Tôr.
No final cantaram-se os parabéns à instituição acompanhados do bolo de aniversário e de um lanche bem recheado. Ainda no âmbito das comemorações do aniversário, no dia 30 de Novembro, a instituição organizou, com a colaboração da Universidade do Algarve, um Seminário/Workshop, onde foram abordadas as seguintes temáticas: “Resposta social de centro comunitário e teoria e prática do seu funcionamento”.
Estiveram presentes cerca de 40 participantes, onde se destacaram dirigentes e técnicos de diversas instituições que trabalham na área social e alunos (as) do Curso de Educação Social da Escola Superior de Educação da Universidade do Algarve.
O seminário decorreu no Salão Paroquial da Tôr com a participação de técnicas da área social ligadas ao Centro Distrital da Segurança Social de Faro e à Câmara Municipal de Loulé.
No final todos os participantes manifestaram interesse na organização deste tipo de eventos, apontando como uma oportunidade de partilharem experiências e dificuldades e também foi referido o facto de estarem juntos e conhecerem melhor o trabalho desenvolvido pelos colegas.
Foi retratado, neste pequeno artigo, o trabalho de uma IPSS, neste caso a Associação Social e Cultural da Tôr, sediada na freguesia da Tôr, em pleno interior rural do concelho de Loulé. A importância que este tipo de instituições exerce junto das suas comunidades, onde se verifica um acentuado envelhecimento da população e o crescimento de necessidades e carências, é enorme. Por isso é importante valorizar e dar visibilidade ao trabalho meritório assegurado por associações do género espalhadas pelo território.
(3º ano do curso de Educação Social da Universidade do Algarve)
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O artigo digitalizado pode ser lido clicando sobre o logo da Voz de Loulé
quinta-feira, 3 de janeiro de 2008
Actividades de animação comunitária [II]
09/Jan._11:30h-13:30h_Sala 57
Reciclar a Brincar
16/Jan._11:30h-13:30h_Sala 57
Convidados: Turma do 1º Ciclo - Penha
17/Jan._09:30h-11:30h_Sala 55
Convidados: Tuna Sénior vs Tuna Ferventis – Algoz/Ualg.
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
sábado, 22 de dezembro de 2007
Mudanças
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Prática Social

PRÁTICA SOCIAL
O curso de Educação Social é um dos cursos da Universidade do Algarve já adequados à Declaração de Bolonha, que pretende uniformizar os conteúdos, as competências e a mobilidade dos estudantes e licenciados no espaço europeu. O curso integra no 3º ano – o ano terminal da licenciatura – unidades curriculares de prática profissionalizante destinadas a desenvolver acções de diagnóstico social nos contextos de intervenção e a executar projectos sócio-educativos em instituições educativas e sociais, no território do Algarve.
No actual ano lectivo (2007/08) os grupos de estudantes em práticas actuam em diversas entidades enquadradoras, designadamente em Câmaras Municipais (Faro e Silves), Juntas de Freguesia (Quarteira e S. Pedro de Faro), Centros Comunitários (Horta da Areia, Albufeira, Misericórdia de Loulé, Tôr, Querença, Vale de Silves, Monte Gordo), em Associações/IPSS (Unir, Apatris 21, APPC, Estudantes Africanos da UAlg), em instituições de saúde (Centro de Reabilitação do Sul) e de formação (Centro de Novas Oportunidades de Lagoa).
É função dos grupos de estudantes realizar um trabalho de diagnóstico nas áreas de influência das entidades sociais, de modo a conhecer os principais constrangimentos que impedem o bom desenvolvimento de políticas educativas e sociais em favor dos grupos mais desfavorecidos. Por outro lado, pretende-se perceber quais as potencialidades favoráveis ao estímulo de parcerias e acções para o desenvolvimento comunitário dos territórios em análise.
O diagnóstico pretende, ainda, conhecer as entidades enquadradoras nos campos das políticas, objectivos e recursos, de forma a compreender os constrangimentos e potencialidades decisivos para o desenvolvimento de um projecto de educação social adequado aos resultados do diagnóstico.
É esta actividade, de carácter científico e prático, que se quer dar a conhecer nas páginas deste jornal.
Por um lado, dá-se a conhecer o trabalho meritório de grande número de entidades de cariz social, em particular as IPSS (Instituições Particulares de Solidariedade Social) que no Algarve desenvolvem a sua actividade, muitas vezes em condições de grande dificuldade social e económica. Como vimos atrás, uma boa porção delas está inserida no concelho de Loulé, o que mostra a dinâmica das ofertas das redes sociais no município e do interesse na sua divulgação.
Por outro lado, promove-se a acção realizada pelos grupos do curso de Educação Social da Universidade do Algarve, no apoio educativo e social às entidades enquadradoras das suas práticas curriculares, as quais constituem um complemento solidário muito importante para o desenvolvimento da sua missão social.
A partir do próximo número deste jornal, como dissémos no início, estaremos aqui para dar conta da Prática Social no Algarve.
Subdirector do curso de Educação Social e coordenador das Práticas
Palestra
sábado, 15 de dezembro de 2007
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
Voluntariado
No Dia Internacional dos Voluntários recebemos da responsável regional da AMI, Dra. Lília Maltez, a seguinte mensagem, que agradecemos:Hoje celebra-se o Dia Internacional dos Voluntários e o 23º aniversário da AMI. Queremos aproveitar esta data para agradecer a todos aqueles que com o seu tempo, cuidados e competências fazem a AMI.
O Núcleo de Faro
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Projecto: Prática Social no Algarve

O jornal A Voz de Loulé é um quinzenário que completou, recentemente, 55 anos de publicação e tira cerca de 5000 exemplares, vendidos em banca e enviados para muitas centenas de emigrantes em todo o mundo. O jornal tem divulgado muitas das iniciativas do antigo curso de Educação e Intervenção Comunitária e já publicou, este ano, uma entrevista com o director do curso de ES, a propósito da jornada de integração com o 1º ano, em Quarteira.
Antes do início da publicação dos artigos a 1 de Janeiro de 2008 será publicado um texto enquadrador da iniciativa, no jornal anterior, de 15 de Dezembro de 2007.
Após a sua publicação no jornal, todos os artigos serão postados aqui no blogue do curso.

















