Ainda amanhã, a partir das 10 e até às 12 horas, os grupos de práticas do Museu Municipal de Faro e da Apatris 21 organizam a actividade "Ser arqueólogo por um dia", no Museu Municipal de Faro (link).sexta-feira, 11 de abril de 2008
Mais práticas
Ainda amanhã, a partir das 10 e até às 12 horas, os grupos de práticas do Museu Municipal de Faro e da Apatris 21 organizam a actividade "Ser arqueólogo por um dia", no Museu Municipal de Faro (link).quinta-feira, 10 de abril de 2008
Edição especial
Amanhã, vai para o ar a 9ª emissão do programa Socializar por aí, do curso de Educação Social, na Rua FM (link). A emissão é especial, pois foi gravada, hoje, durante as visitas de escolas do ensino secundário do Algarve ao curso, durante a Semana Aberta. Vários alunos, potencialmente candidatos ao curso nos próximos anos, actuais alunos e docentes do curso, e dirigentes da ESE, falam da importância da semana aberta na promoção do ensino superior politécnico e no trabalho educativo e social. A não perder amanhã, em 102.7 Mgz, das 19 às 20, com repetição, no sábado, das 13 às 14 horas. Também se pode ouvir online, neste blogue, ali à direita.quarta-feira, 9 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
O que estamos a fazer?
Workshop Graffiti
Participaram cerca de 20 jovens, entre os 10 e os 24 anos, sendo na sua maioria rapazes, dinamizados por dois voluntários peritos na área. Inicialmente houve uma breve abordagem teórica sobre os aspectos mais formais do "graffiti" que terminou num breve debate, bastante animado, sobre o assunto «Graffiti: arte ou vandalismo?». Depois passou-se à parte prática com o desenho de um logótipo com as iniciais do Espaço Jovem e de seguida, sempre sob a orientação dos formadores, os jovens "graffitaram" livremente a seu gosto. No final puderam ainda deliciar-se com uma pequena demonstração de um dos artistas.
Todos se divertiram bastante e, acima de tudo, ficaram com uma noção mais esclarecedora acerca daquilo que é o "graffiti", e puderam ser artistas por um dia, dando asas à sua imaginação, seguindo a verdadeira filosofia desta arte que passa muito pela liberdade de expressão.
Ana Fernandes e Vanessa Diogo
Todas as quintas-feiras desenvolvemos as mais diversas dinâmicas, numa sessão de ginástica, com alguns dos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Loulé.
Os nossos principais objectivos com a realização desta actividade são, sobretudo, estimular a parte mental destes utentes, promover o seu bem-estar físico, proporcionar-lhes alguns momentos de lazer, estimular as relações entre os idosos, melhorar as relações interpessoais, bem como estimular a sua vivacidade intelectual.
Esta actividade tem sido um sucesso, devido à elevada afluência de utentes na mesma, deixando-nos imensamente satisfeitas, uma vez que sentimos que o nosso trabalho é valorizado. Esperamos que assim continue!
Cláudia, Margarida e Marta
Actividades de prática
O grupo de práticas da Junta de Freguesia de Quarteira continua a organizar a actividade "Um mundo de sabores na tua escola". Esta semana teremos nas escolas as seguintes receitas:
Escola D. Dinis - frango com feijão, da Turquia
Escola S. Pedro do Mar - cachupa de peixe, de Cabo Verde e paella, de Espanha
Escola Secundária Drª Laura Ayres - galinha à maitre d'hotel, da França
Tertúlias da Semana Aberta
O Café da Educação Social decorrerá na próxima 4.ª feira, num seminário sobre educação que conta com a participação do Prof. Jorge Santos, presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Educação, e da Prof.ª Cláudia Luísa, directora do Centro de Reconhecimento, Validação e Certificação de Competências de Lagoa.
sexta-feira, 4 de abril de 2008
Semana Aberta
A Universidade do Algarve organiza, de (No sidebar podes recolher mais informação)
Notícias da prática
Na 5ª feira passada, dia 27 de Março de 2008, afixámos o Jornal dos Sábios no hall de entrada da Santa Casa da Misericórdia de Loulé. Este jornal foi elaborado por alguns dos utentes da instituição, com o nosso apoio. No mesmo, encontram-se publicadas várias rubricas, nomeadamente uma rubrica de saúde e bem-estar, outra sobre passeios já realizados por nós com os utentes, outra com receitas de culinária, entre outras. Desta forma, os utentes podem rever um pouco de si neste jornal e nós sentimo-nos muito contentes por lhes podermos proporcionar este tipo de sentimento, uma vez que os objectivos que pretendemos alcançar passam por isto mesmo.
Na passada sexta-feira, dia 28 de Março de 2008 às 14h, deslocámo-nos com alguns utentes da Santa Casa da Misericórdia de Loulé ao Parque Natural da Ria Formosa, em Olhão. A sorte esteve do nosso lado, uma vez que o dia se encontrava bastante agradável para se fazer um passeio deste género. Todos os utentes que participaram nesta actividade, tiveram a oportunidade de percorrer a pé um pequeno trilho pedestre e de estar em contacto com a natureza, conhecendo ao mesmo tempo algumas curiosidades sobre o Parque, nomeadamente a história do Chalet do Poeta olhanense João Lúcio.
No final da pequena caminhada, fizemos uma pausa de alguns minutos no parque das merendas para lanchar e apesar de um pouco exaustos, o ânimo continuava em alta. No final do lanche, aproveitámos a ocasião para lhes fazer perguntas sobre as curiosidades que lhes fomos transmitindo ao longo do percurso a pé. As respostas que deram às mesmas, revelaram que todos estiveram com muita atenção ao que nós dissemos, tendo respondido acertadamente à maior parte das perguntas.
Este passeio e as dinâmicas que desenvolvemos com os utentes, deu-nos a oportunidade de os ficarmos a conhecer melhor, dado que trabalhamos com eles semanalmente, para que a nossa intervenção seja cada vez melhor e mais bem sucedida.
(grupo de práticas da Santa Casa da Misericórdia de Loulé)
Colóquio
quinta-feira, 3 de abril de 2008
Dia Mundial da Saúde
Alunos de Educação Social, não percam esta oportunidade...
quarta-feira, 2 de abril de 2008
Para ouvir amanhã
Amanhã, das 19 às 20h, vai para o ar a 8ª emissão do Socializar por aí, o programa do curso na Rua Fm, em 102.7 Mhz. A entrevistada é a Dra. Margarida Trindade, fundadora e directora técnica da Unir, associação de apoio aos deficientes mentais, sediada em Loulé. Para além da entrevista e de excelente música, teremos ainda a "sócioagenda", divulgação das actividades das práticas do curso e de outras iniciativas de trabalho social no Algarve. Já sabe que pode ouvir a emissão online neste blogue (no sidebar). O programa repete no sábado, das 13 às 14h.Gabinete de Apoio ao Estudante Africano
A sessão inaugural de abertura do Gabinete de Apoio ao Estudante Africano vai ter lugar no dia 3 de Abril de 2008, amanhã, pelas 16 horas, no Anfiteatro Paulo Freire. Esta sessão inaugural terá um programa que inclui:
1- Momento musical
2-Abertura da sessão, com breves comunicações de entidades presentes:
* Governo Civil de Faro
* Caritas
* Câmara Municipal de Faro
* Vice- reitor da UALG
* Pró-reitor da UALG
* Presidente do Conselho Directivo da ESE
* Surfuna
* Associação Académica da UALG
3- Apresentação, em power point, do projecto de funcionamento do Gabinete
A comunidade académica está convidada a assistir a este evento.
terça-feira, 1 de abril de 2008
Curso de Formação
Apresentação do livro "As teias da serra"
O Lançamento será no dia 19 de Abril, sábado, em Monchique (local a confirmar), por volta das 15.30.
Parabéns à Sara e ao Grupo de Dinamização Cultural "O Monchiqueiro"
Notícias da prática
A ler

Dinamizando o “Espaço Jovem” de Silves
O Espaço Jovem é um projecto criado pelo Sector da Juventude, tendo como principal objectivo proporcionar um serviço de apoio e auxílio à comunidade jovem do concelho de Silves, tentando dar voz e resposta às suas necessidades.
As instalações situam-se no coração da cidade, e todo o edifício é bastante colorido demonstrando assim, um certo espírito juvenil e divertido, onde é agradável estarmos.
Importa referir que o Espaço é bastante jovem, uma vez que reabriu há pouco mais de um ano, mas até à data e pelo que o grupo verificou tem vindo a desenvolver um trabalho bastante positivo, sobretudo nas áreas da formação, da informação e da sensibilização para diversas temáticas sociais de interesse dos jovens. Todo este trabalho só tem sido possível através das parcerias existentes com as várias escolas do concelho e respectivas associações de estudantes, bem como com outras associações juvenis.
De entre os projectos que estão actualmente a ser desenvolvidos pelo Espaço Jovem salientamos o “Março Jovem”, mês dedicado aos jovens, através do desenvolvimento de diferentes actividades desportivas e culturais; a implementação de uma “Assembleia Municipal Jovem”, que entrará em vigor no próximo mês de Abril, abrindo portas para que os jovens possam dar o seu parecer e intervir na vida da comunidade, exercendo o seu dever de cidadãos; e ainda um programa de voluntariado denominado “Silves Ajuda”, que tem o objectivo de despertar e incutir na comunidade juvenil um espírito solidário, algo que consideramos essencial para a sua formação pessoal.
Perante o diagnóstico realizado deparámo-nos com algumas problemáticas dentro do Espaço e sobre as quais iremos intervir, numa tentativa de atenuá-las ou até mesmo colmatá-las. Assim sendo, o nosso projecto intitulado “Dinamizando o Espaço Jovem” passa sobretudo pelo desenvolvimento de actividades de intervenção nas áreas da animação sócio-cultural, da interculturalidade, da saúde pública e do absentismo e insucesso escolar.
Até agora, relativamente ao trabalho que realizámos avaliamo-lo de forma positiva, bem como a instituição, mas mais importante que este balanço é o facto de estarmos a gostar muito da experiência.
Parece-nos, ainda, relevante frisar a importância da existência de equipamentos como o Espaço Jovem, especialmente numa sociedade cada vez mais individualista e egoísta, onde se valoriza cada vez menos as relações com o outro. Deste modo, consideramos que este é um importante lugar de partilha, de convívio e acima de tudo um espaço de respostas que os jovens não encontram em casa ou na escola, e é igualmente um veículo condutor do incentivo à participação cívica juvenil. Com o nosso projecto também pretendemos seguir um pouco esta filosofia educacional de responsabilização e autonomia sociais, uma vez que os jovens de hoje são os cidadãos de amanhã…
(Vanessa Diogo e Ana Maria Fernandes)
domingo, 30 de março de 2008
quinta-feira, 27 de março de 2008
quarta-feira, 26 de março de 2008
Ouvir na Rua
É já amanhã, às 19h, que vai para o ar a 7ª emissão do programa Socializar por aí, da responsabilidade do nosso curso na Rua Fm, em 102.7 Mhz. Já sabe que a pode ouvir online aqui no blogue, na barra lateral.terça-feira, 25 de março de 2008
I Círculo de Leitura do CNO
A leitura “alimenta-nos” o espírito e desenvolve-nos a mente, é uma óptima companhia e leva-nos a sonhar.
Assim, na passada segunda-feira, dia 17 de Março, decorreu o I Círculo de Leitura, com o orador convidado, o Professor Joaquim do Arco (Joca), que nos falou sobre o livro “Aprendi com a Vida” de Dave Pelzer.
Estiveram presentes adultos e técnicos do Centro, e também outras pessoas da comunidade. Durante a sessão foram abordadas várias problemáticas com que nos deparamos no nosso dia-a-dia, estando estas bastante relacionadas com o livro de Dave Pelzer.
O orador não deixou que uma história de luta, de resiliência e de esperança ficasse apenas no papel, mas chamou todo o grupo à reflexão. Predominou a emoção, os sentimentos e muitos sorrisos, sendo uma sessão que também apelou à introspecção e ao modo como encaramos a vida.
O grupo de práticas do CNO da Escola Superior de Educação da UALG: Ana Viegas, Daniela Luz e Lara Serafim
Workshop de Dança Oriental
O Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal vai realizar um Workshop de Dança Oriental, de 25 horas.
Horário e Local:
Quarta-feira, dia 26 de Março de 2008 - 19h-21h, Sala 55, Escola Superior de Educação (ESE) no Campus Penha da UALG, Faro.
Sábado, dia 29 de Março de 2008 - 9h-13h, Ginásio, ESE no Campus Penha da UALG, Faro
Quarta-feira, dia 2 de Abril de 2008 - 19-21h - Sala 55, ESE no Campus Penha da UALG, Faro.
Sábado, dia 12 de Abril de 2008 - 9h-13h - AMATER, Rua Teófilo de Braga, nº15, 1º Andar, Faro
Sábado, dia 19 de Abril de 2008 - 9h-13h, Ginásio, ESE no Campus Penha da UALG, Faro
Sábados, dias 3 e 10 de Maio de 2008 -9h-13h, AMATER, Rua Teófilo de Braga, nº15, 1º Andar, Faro
Formadora: Clara Moreira
Preço: 25 Euros (Estudante)
35 Euros (Outros)
Inscrições limitadas
Aproveita a inicitiva e inscreve-te já...
domingo, 23 de março de 2008
Convocatória
A direcção de curso.
Conferência sobre exclusão
II Ciclo de Conferências
Exclusão ou Exclusões
O Instituto Paulo Freire de Portugal, o Centro de Recursos Paulo Freire da FPCEUP e o Centro de Investigação e Intervenção Educativas da FPCEUP organizam o II Ciclo de Conferências sobre Exclusão a decorrer em 2008 nas instalações da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto às 17h30
| 27 de Março | Rui Pereira Jornalista independente e Professor Universitário |
Colóquio sobre imigração
Debates

Na passada quarta-feira, dia 12 de Março, aconteceu o I Debate Temático sobre Imigração, em que contamos com a presença da oradora Liliana Briceag, Vice Directora da Associação C.A.P.E.L.A (Centro de Apoio à População Emigrante de Leste e Amigos). Estiveram presentes adultos, técnicos do Centro e também pessoas da comunidade.
No debate, foram tratadas questões como as migrações no século XX, o trabalho que é feito pela associação C.A.P.E.L.A, a legalização de imigrantes e sua integração no nosso país e também a educação e acompanhamento das crianças.
Este debate permitiu abordar questões bastante importantes na nossa actualidade, quer para a população em geral, quer especificamente para os adultos que se encontram em processo de nível secundário, por ser um tema que está a ser desenvolvido nos referenciais de competências de Sociedade Tecnologia e Ciência (STC) e Cultura, Língua e Comunicação (CLC).
Considerámos que o debate correu bastante bem, superando as nossas expectativas.
sábado, 22 de março de 2008
Mais uma emissão na Rua
Pois é, já foi para o ar a 6ª emissão do programa Socializar por aí, uma produção do curso de Educação Social da Universidade do Algarve para a Rua Fm (102.7). Para além da entrevista habitual, a edição contou ainda com um testemunho de uma visita de estudo, da autoria de uma aluna de EIC, do qual deixamos um pequeno apontamento:Quando se pisa o chão sente-se a rua de calçada debaixo dos pés, ouve-se o som terno da água que corre num chafariz, cheira-se a terra molhada (ou não tivesse acabado de chover) e vê-se um conjunto de edifícios brancos, de formas harmoniosas, que se fundem com o verde da natureza circundante. [link para ler na íntegra]
quinta-feira, 20 de março de 2008
Mais actividades da Prática
Projecto Solidário para a Animação Cidadã
da opção II do 1º ano do curso: (link)
Notas de visita
Continuamos, neste programa, a leitura de testemunhos de antigos ou actuais alunos de Educação e Intervenção Comunitária. Neste espaço, a palavra é deles, e delas.
Em Novembro de 2006, realizámos uma visita de estudo à Aldeia de S. José de Alcalar, na freguesia da Mexilhoeira Grande, em Portimão.
A pedido do professor Helder Raimundo, fiz uma pequena nota dessa experiência, que passo a ler:
Quando se pisa o chão sente-se a rua de calçada debaixo dos pés, ouve-se o som terno da água que corre num chafariz, cheira-se a terra molhada (ou não tivesse acabado de chover) e vê-se um conjunto de edifícios brancos, de formas harmoniosas, que se fundem com o verde da natureza circundante. Chegou-se a aldeia de S. José, um local plantado no concelho de Portimão que à primeira vista faz lembrar uma urbanização como tantas as outras, mas depressa se percebe que tem uma funcionalidade maior que simples local de habitação. Com valência de lar e infantário, aldeia de S. José pertence a um Centro Paroquial e foi construída através de donativos angariados pelo padre responsável pelo Centro. Tem dois edifícios grandes, onde funcionam o lar e infantário e dois blocos de habitações para os utentes do lar. Os utentes distribuem-se pelas casas que podem habitar sozinhos, em casal, ou com outros utentes do mesmo género. Nestas casas podem receber as suas visitas, cozinhar e viver a sua vida. Um minimercado garante a subsistência e um café logo ao lado parece ser local de convívio e distracção. Para os que não querem ou não podem cozinhar, existe um refeitório onde longas mesas convidam a uma refeição preparada pelas funcionárias do lar. A enfermaria garante a saúde dos utentes, com visita semanal de um médico que todos podem consultar e a lavandaria garante a limpeza e manutenção das roupas. Há ainda uma biblioteca, cabeleireiro e barbeiro e uma sala de trabalhos onde os utentes podem desenvolver actividades manuais que posteriormente porão em exposição numa outra sala, sendo que algumas peças, como bordados e rendas, são mesmo colocadas à venda.
Palavras não chegam para descrever o que se sente em todo o espaço da Aldeia de S. José. Vistos de fora os dois edifícios principais apresentam-se grandes e com muitas janelas que convidam a luz natural a entrar. Os dois blocos de habitações agasalham no seu regaço um jardim com árvores, flores e alguns bancos, sempre com ruas de calçada por onde os utentes podem circular. As rampas são uma solução às escadas e degraus, uma das tradicionais barreiras arquitectónicas que conhecemos e que seriam um entrave à circulação de utentes com alguma dificuldade de locomoção. Por todo o espaço encontrámos os utentes acompanhados de outros, seja a tocar música, a jogar às cartas, ou a fazer rendas e bilros, tendo a liberdade para confraternizar também com funcionárias e connosco, claro, que nos deliciámos a visitar a sua pequena horta, a ouvir o seu bailinho de roda e a visitá-los nas suas casas, onde fomos sempre recebidas com um sorriso simpático e amável que nos convidava a voltar sempre!
A Aldeia de S. José é sem dúvida um local onde se vive em comunidade e onde se sente que vale a pena trabalhar para que seja possível a construção de mais lugares assim!
*
Vânia Martins, aluna do 4º ano de Educação e Intervenção Comunitária, Novembro de 2006 .
quarta-feira, 19 de março de 2008
Ouvir
É já amanhã, às 19h, que vai para o ar a 6ª emissão do programa Socializar por aí, da responsabilidade do nosso curso na Rua Fm, em 102.7 Mhz. Já sabe que a pode ouvir online aqui no blogue, na barra lateral.terça-feira, 18 de março de 2008
Notícias da prática
Consideramos que esta actividade foi bastante importante e teve uma repercussão imediata bastante positiva, tanto por parte dos jovens búlgaros, como dos portugueses.
Vanessa Diogo e Ana Maria Fernandes
O ponto de encontro foi a JFQ, onde os participantes se concentraram para esperar o autocarro. Apesar de haver um total de 49 inscrições, compareceram apenas 28 pessoas. Este grupo era composto por 12 crianças, 1 idosa e 15 adultos. Assim, os participantes representaram três nacionalidades: ucranianos, romenos e angolanos.
A visita iniciou-se por volta das 9:15h, com direcção a Silves onde fizemos um pequeno passeio. Aqui, os participantes tiveram hipótese de caminhar um pouco até ao castelo e Sé onde apreciaram a vista. Esta visita não estava programada mas visto que a maioria dos imigrantes não conhecia Silves optamos por fazer esta pequena paragem.
Posto isto, seguimos viagem para Monchique, com destino à Fóia. Aqui fez-se sentir o frio da serra! No entanto os participantes gostaram bastante: aproveitaram para tirar fotografias, as crianças brincaram no parque infantil e muitas apenas aproveitaram a vista. Voltamos a descer a serra com destino às Caldas de Monchique, onde realizámos um almoço no parque de merendas. Depois do almoço dirigimo-nos para o Parque da Mina, onde tivemos direito a uma visita guiada que nos elucidou sobre os costumes e tradições desta zona algarvia. No Parque da Mina notámos o interesse especial das crianças em conhecer sempre mais.
Durante toda a visita fomos fazendo alguns comentários relativos às características dos locais por onde passaram.
Cremos que os objectivos a que nos propusemos foram, de certa forma, concretizados. O contentamento foi geral, sendo pedido que realizássemos outras excursões.Agradecemos assim a todos aqueles que participaram nesta actividade, esperando que sejam também presença nas próximas actividades por nós desenvolvidas.
Ana Faísca, Andreia Santos, Jana Roose, Liliana Gomes
segunda-feira, 17 de março de 2008
Grupo da Amizade
Assim sendo, ao longo das últimas semanas o nosso grupo de Prática tem realizado, com os idosos do “Grupo da Amizade”, trabalhos manuais tendo como objectivos: estimular a criatividade; desenvolver a coordenação motora e fomentar a participação activa e o convívio. Os trabalhos manuais seleccionados foram: a técnica do guardanapo, arranjos de flores e bijutaria de fimo.
A actividade “Trabalhos manuais – técnica do guardanapo” foi realizada no dia 15 de Fevereiro de 2008 e foi dinamizada por um membro do Grupo, a D. Francisca. Esta técnica consiste essencialmente na decalcação de uma figura de um guardanapo através de cola e pode ser aplicada em diversos objectos tais como molduras, jarras, pratos, cinzeiros, sabonetes, entre outros. Por ser um material mais pequeno e simples de trabalhar, optámos por escolher o sabonete.
A actividade “Trabalhos manuais – arranjos de flores”, foi dinamizada mais uma vez por um membro do Grupo da Amizade, a D. Rosa e foi realizada no dia 22 de Fevereiro de 2008. Nesta actividade foi pedido a cada idoso que trouxesse uma flor. Assim, com as flores que cada um trouxe e com o material que a D. Rosa dispôs, nomeadamente as bases para os arranjos, a verdura, as jarras e os cestos, os idosos puderam fazer lindos arranjos de flores.
Relativamente à actividade “Trabalhos manuais – bijutaria”, esta foi dinamizada por nós no dia 29 de Fevereiro de 2008. Esta técnica consiste na moldagem do fimo com a finalidade de fazer as mais variadas peças. Neste caso, optámos pelas peças de bijutaria, para se poder fazer pulseiras e colares.
Na nossa opinião, este tipo de actividades têm despertado o interesse para o desenvolvimento, por parte dos idosos, de acções que preencham mais o seu dia-a-dia e que combatam o ócio, tendo em vista a criação de novos hábitos. Para além disso, tem sido muito gratificante, para nós, podermos ver o entusiasmo e alegria que estas actividades têm despertado nos idosos.
domingo, 16 de março de 2008
Actividades na freguesia da Tôr
Além das entidades locais presentes, contámos também com a participação de cerca de sete pessoas da Aldeia. Ainda discutimos a realização do Boletim Informativo e tudo o que este engloba para poder ser continuado. Os presentes acharam que seria uma óptima ideia a criação deste Boletim, uma vez que acham uma forma bastante interessante de divulgar tudo o que se passa na Aldeia, garantindo assim a sua intenção de continuidade depois de nós finalizarmos o nosso projecto. No decorrer da reunião pedimos opinião aos presentes sobre possíveis nomes para o Boletim. Surgiu o nome «A Ponte», que acabou por agradar à maioria dos presentes, visto a Ponte ser um dos elementos do património mais emblemático da freguesia e também de significar a união e parceria que se pretende entre todos.
No final houve um pequeno coffee-break em que continuámos a falar do nosso projecto e a fazer contactos com os presentes com o fim de termos parcerias suficientes para o Boletim.
No dia seguinte realizamos o segundo passeio pedestre pela Tôr, que teve cerca de 25 participantes e que decorreu sempre num clima de alegria e boa disposição. O percurso tinha cerca de 8 kms. Visto ser o Dia da Mulher, no final do passeio distribuímos um pequeno raminho de flores do campo, acompanhado de uma frase dedicada à mulher, pelas senhoras participantes.
Margarida Correia, Bruna Vicente e Sílvia Limasábado, 15 de março de 2008
A ler na Voz de Loulé

Centro Comunitário Horta da Areia:
Quebrar Barreiras
É relevante referir que a comunidade da Horta da Areia é constituída por um conjunto de 60 famílias, cerca de 250 pessoas, de diferentes etnias, visto ser composta por ciganos, africanos e lusos. O bairro divide-se em três zonas, de acordo com o tipo de construções: o bairro de alvenaria, o de chapa e o de madeira.
O Centro Comunitário Horta da Areia constitui uma das valências da Fundação António Silva Leal (FASL). Esta Fundação foi criada em 1993, em Lisboa, onde está sedeada. Com duração ilimitada, é uma instituição de solidariedade social, sem fins lucrativos. Desde a sua existência que tem vindo a criar delegações a nível nacional, nomeadamente nas cidades de Coimbra, Leiria, Lisboa, Seixal, Albufeira e Faro.
A FASL, com o nome do seu mentor, actua nas mais diversas áreas, ao nível da acção social, apresentando como principais objectivos a protecção em situações de pobreza, o apoio às famílias desagregadas, às vítimas da violência doméstica e à problemática da toxicodependência. De uma forma geral, dedica-se aos casos de risco existentes na sociedade actual, onde estão também inseridos os idosos e deficientes, não desprezando a problemática do desemprego e do abandono escolar. Tem como principal preocupação a prestação de cuidados e apoio domiciliário aos mais desfavorecidos.
Possuidora do lema “O essencial é invisível aos olhos”, a FASL dispõe de várias valências que se encontram localizadas nos pontos onde as carências são assinaladas, e articula parcerias com organismos capazes de colmatar as situações de carência. Actualmente conta com mais de 300 profissionais, nas mais diversas áreas técnicas e logísticas, e cerca de 2000 utentes beneficiados.
Assim, e tentando corresponder aos objectivos gerais da Fundação a que está agregado, o Centro Comunitário Horta da Areia presta apoio aos mais variados níveis, como por exemplo o apoio social integrado, apoio educativo e médico. Possui ainda uma forte articulação com o Centro Distrital de Segurança Social, com a autarquia e com a freguesia onde está situado, possuindo autonomia. Tentando colmatar algumas das necessidades sociais e educativas existentes no bairro, presta apoio à inclusão, à educação, à formação profissional, ao emprego e no acesso à protecção social. Desta forma, o Centro integra um Gabinete de Apoio Social Integrado (GASI), um Atelier Sócio-Educativo (ASE) e uma Loja Comunitária (LC, antigo Banco de Roupa), três serviços distintos e complementares. Em 2005, foi posto em marcha o Posto Médico (PM), através do projecto Médicis, um projecto de parceria entre o Centro Comunitário e o Centro de Saúde de Faro. Possui também toda uma dinâmica com vista a facilitar a interacção da comunidade com a restante sociedade.
Faz todo o sentido realçar o apoio que a Fundação António Silva Leal presta ao Centro Comunitário, disponibilizando técnicos habilitados, bem como a estrutura imóvel instalada na própria comunidade; como também verificar a articulação desta Fundação com a rede social já existente. O trabalho realizado por ambas as partes, em conjunto, funciona como uma mais valia para a melhoria da qualidade de vida destas pessoas.
Importa salientar também as actividades das parcerias do Centro: a Biblioteca Municipal de Faro, o Museu Arqueológico Municipal, disponibilidade de utilização do Estádio Municipal Horta da Areia (para a prática de actividade física e também para o banho), a articulação com o Centro Distrital de Segurança Social, para garantir os Rendimentos Sociais de Inserção, das parcerias com o Instituto de Emprego e com a Direcção Regional de Educação. O Centro conta igualmente com o apoio da Junta de Freguesia da Sé.
Numa primeira fase do nosso trabalho, realizámos um diagnóstico, de forma a conseguir detectar as reais necessidades da comunidade, na qual nos inserimos. Feito o diagnóstico procedemos, então, à realização do projecto intitulado “Quebrar Barreiras”, onde constam os objectivos que nos propusemos alcançar e o plano de actividades e recursos de que necessitaremos para a sua consecução. Através de actividades de trabalhos manuais, acções de sensibilização (sobre temáticas como a saúde, alimentação e segurança), visionamento de filmes e outros meios demonstrativos da cultura local, pretende-se, principalmente, criar uma maior auto-estima e autonomia dentro da comunidade, estimulando o convívio, o diálogo e a partilha.
Tivemos como objectivo, desde o início, perceber o verdadeiro contributo do Centro Comunitário instalado na comunidade. Para tal, foi importante conhecer as pessoas; neste caso o “estar no terreno”, foi fundamental para melhor entender o seu funcionamento e o seu “modus vivendi”. Foi imperioso perceber as interacções e o tipo de relações existentes entre as pessoas.
Sublinhamos que o objectivo do nosso trabalho é aproximarmo-nos o mais possível quer das expectativas das pessoas, quer dos técnicos do Centro, quer ainda da nossa própria vontade de implementar algo de novo, que possa efectivamente contribuir para a melhoria da qualidade de vida destas pessoas.
Enquanto futuras educadoras sociais, consideramos fundamental apoiar esta população na melhoria da sua qualidade de vida quotidiana, mas pensamos ser igualmente importante despertar para outros horizontes que possam surgir, mediante a aprendizagem de novos hábitos e formas de estar.
Paula Braz e Liliana Lopes
(A Voz de Loulé, 15 Março 2008)
A 5ª emissão já foi para o ar
Pois é, já foi para o ar a 5ª emissão do programa Socializar por aí, uma produção do curso de Educação Social da Universidade do Algarve para a Rua Fm (102.7). Para além da entrevista habitual, a edição contou ainda com uma crónica, da autoria do professor Joaquim do Arco, da qual deixamos um pequeno apontamento:Também eu tenho dois amores, em termos estritamente profissionais, a educação social e o ensino primário. De educação social falei num programa anterior, por isso vou centrar a minha crónica no Ensino Primário. Não, não estou a confundir conceitos, hoje a denominação é 1º Ciclo do Ensino Básico, mas eu prefiro a denominação de Ensino Primário, e foi, há precisamente trinta anos que quis ser professor primário, o que me levou a frequentar entre 1975 e 1978 o Curso do Magistério Primário. E, uma parte de mim ainda se considera professor primário… [link para ler na íntegra]
A próxima edição já está gravada e conta com uma entrevista às animadoras do Núcleo do Algarve do Instituto Paulo Freire de Portugal (link). A não perder, todas as 5ªs feiras, das 19 às 20h na Rua. Repete aos sábados entre as 13 e as 14h.
sexta-feira, 14 de março de 2008
quinta-feira, 13 de março de 2008
Crónica
Mas, com a reforma educativa em 1986,o Ensino Primário passou a denominar-se 1º ciclo do Ensino Básico, uma mudança mais pomposa que não deixava antever “boa coisa”. E não deixava mesmo…com o passar dos anos, tem vindo a observar-se alguma perda de identidade e uma progressiva descaracterização do ensino primário. Veja-se a actual organização curricular que disciplinarizou, por completo, este nível de ensino que se pretendia global e integrado. As orientações para a gestão curricular, no 1º ciclo do ensino básico, determinam tempos mínimos de leccionação por disciplina e por áreas. Esta balcanização disciplinar só pode ser determinada por quem nada sabe sobre o que é o ensino primário…um nível de ensino cuja principal característica é a monodocência que compreende a iniciação às aprendizagens de forma integrada e direccionada para uma visão global do processo Ensino/Aprendizagem.
Afinal no que querem transformar o Ensino Primário, num ensino esclerosado e rígido? Depois vêm pedir contas à escola quando não são capazes de prestar boas contas do que têm andado a fazer em termos de reformas educativas. Se fossem competentes, certamente, que a escola primária também podia assumir com coerência o seu papel, já que não é o único agente da mudança, é só um dos vários agentes. E se assim é porque será que culpam a escola primária de ser só ela ineficaz? A escola primária não pode ser eficaz se o resto da sociedade não o for também. O Ensino Primário é hoje, um espaço de enorme visibilidade, que é, ao mesmo tempo, considerada, por alguns, como um dos principais responsáveis pelos males que enformam a Educação e, o centro político das paixões de mudar o panorama educativo que se vive
Joaquim do Arco
Jornadas de Saúde
Aproximam-se as II Jornadas de Ciências Sociais e Humanas em Saúde, agendadas para os dias 4 e 5 de Abril, nas instalações da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa (Auditório EST e SL/ESEL).
A primeira fase de inscrições decorre até ao dia 15 de Março e a segunda fase prolonga-se até à data das Jornadas.
David Tavares
(Comissão Organizadora das II Jornadas de Ciências Sociais e Humanas em Saúde)
quarta-feira, 12 de março de 2008
Socializar por aí

Ontem, Hoje e Sempre… Mulher!

No passado fim-de-semana (8 e 9 de Março) decorreu em Querença uma exposição alusiva ao Dia da Mulher, intitulada “Ontem, Hoje e Sempre… Mulher!”, organizada pelo grupo de Prática da Associação de Bem-Estar aos Amigos de Querença. Esta exposição teve como objectivo celebrar o Dia da Mulher referindo o porquê de se celebrar este dia e apresentou algumas biografias de mulheres de referência a nível nacional e, também, naturais de Querença. Foram retratadas histórias de vida de algumas mulheres que se destacam pelos seus contributos à comunidade querencence nas mais distintas áreas. Uma parteira, a primeira candidata à Junta de Freguesia de Querença, a animadora local, uma conceituada costureira e uma “artista” (poeta popular, artesã, cantora…) fizeram parte da nossa homenagem às mulheres de Querença. Foi com orgulho e satisfação que recebemos no Salão de Festas da Casa do Povo de Querença, cerca de cem visitantes que contribuíram de forma determinante para o sucesso da exposição. Para os que ainda não tiveram oportunidade de nos visitar, poderão fazê-lo no decorrer da presente semana na Escola Superior de Educação.
A todos aqueles que tornaram possível a concretização desta exposição, o nosso muito obrigada!
As alunas Débora, Eduarda, Esperança e Filipa.
Gastronomia étnica
Oferta de estágio profissional
Praceta da Misericórdia, 8150 São Brás de Alportel.
terça-feira, 11 de março de 2008
Visitas
No dia 29 de Fevereiro pelas 14h, levámos alguns dos utentes da Santa Casa da Misericórdia de Loulé, local onde estamos a desenvolver as nossas práticas este ano, à Quinta dos Avós em Algoz.Todos os que participaram nesta actividade dinamizada por nós, cerca de 35 utentes, tiveram a oportunidade de provar o chá típico da casa, o famoso chá da Quinta dos Avós e de degustar alguns doces regionais e biscoitos de alfarroba.
A visita à Quinta, incluiu também uma visita guiada ao museu etnográfico que esta possui. Desta forma, os utentes puderam recordar alguns dos objectos que eram utilizados na agricultura quando eram jovens. A tarde não podia ter sido mais bem passada, uma vez que o dia estava muito soalheiro e é sempre muito agradável fazer uma visita ao campo num dia cheio de sol. Quando regressámos, ficámos com a sensação de missão cumprida, uma vez que os seus rostos evidenciavam alegria e boa disposição e é isso que queremos!*
[Marta Almeida, Cláudia Almeida e Margarida Luz]





















